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O Festival Internacional de
Máscaras do Cariri, em sua primeira edição, ofereceu valiosa contribuição
para a região e para seu desenvolvimento artístico e cultural. A máscara
influenciou diretamente a criação de diversas atuações teatrais, musicais e de
dança, tanto tradicionais quanto contemporâneas. Realizar o Festival de
Máscaras na região do Cariri é estimular o crescimento de um território que vem
se desenvolvendo vertiginosamente fora do eixo de maior concentração de
recursos, gerando impacto positivo na rede hoteleira e na rede de restaurantes
locais, além de impulsionar pequenos produtores da cadeia artística (artes
visuais, comunicação, artesanato e design). O aumento do fluxo de turistas
colabora para o crescimento das vendas, valoriza a cultura regional e gera mais
emprego e renda para a população. Essas ações estabelecem redes de trocas
conectadas com outras localidades do país e do mundo, favorecendo a circulação
de grupos nacionais e internacionais.
O que haveria em comum entre o teatro
Nô, as máscaras do Topeng Balinês, nossas catirinas, velhos, Bastião e as
máscaras africanas? Dos templos de Bali às terreiradas cearenses, como o teatro
pode transpor esses elementos para a cena contemporânea? O Festival
Internacional de Máscaras do Cariri propõe esse encontro, fertilizando a cena
ao reunir grupos brasileiros e estrangeiros que desenvolvem importantes
pesquisas, em um espaço de intercâmbio e de criação, reverenciando as máscaras
como ponto comum entre esses artistas.
O “I Festival Internacional de
Máscaras do Cariri” tornou-se um marco na região, fruto da geminação entre o
Festival de Quebec, no Canadá, e o Cariri cearense. O FIMC se propôs a ser uma
sinfonia de história, cor, movimento, sons e sabores, celebrando a beleza e a
diversidade das máscaras. O festival reuniu diversas ações ao longo de cinco
dias de intensas vivências, desde residências formativas e intercâmbios até
apresentações de espetáculos, cortejos, shows, exibição de vídeos e exposições.
De 4 a 8 de dezembro, o Cariri recebeu
mascareiros do Brasil, Portugal, Canadá e África para a 2ª edição do
Festival Internacional de Máscaras do Cariri (FIMC). Com mais de 50
atividades entre espetáculos, oficinas, colóquios, exposições e desfiles, o
evento promoveu intercâmbio cultural e valorizou a máscara como elemento
central das tradições e criações artísticas.
Co-realizado pela Secult Ceará, Vila da Música, Solibel e Instituto Dragão do Mar, o festival contou com apoio das prefeituras da região, da URCA e de parceiros culturais, fortalecendo a cultura local, o turismo e a economia. O FIMC é único no Brasil em sua linguagem e mantém parceria com o Festival Internacional de Máscaras de Quebec – Masq’alors, no Canadá.
Com o tema “Conexões Afetivas”, a
terceira edição do Festival Internacional de Máscaras do Cariri (FIMC) foi
realizada entre os dias 24 e 29 de maio, nas cidades de Crato e Juazeiro do
Norte. O evento, uma realização da ONG Beatos e da Ato Marketing Cultural,
aprovado pela Lei Rouanet, contou com uma rede de parcerias que incluiu Aço
Cearense, SESC Ceará e Pernambuco, Centro Cultural Banco do Nordeste, as
Secretarias de Cultura de Crato e Juazeiro do Norte, o Theatro José de Alencar
e a Escola Vila da Música.
O projeto foi idealizado pela gestora
de cultura Dane de Jade. O FIMC contou com parcerias do Festival de Máscaras de
Quebec (Mask'Alors), no Canadá, e do FIMBÓ – Festival Internacional de Máscaras
de Bolonha, na Itália. A edição de 2022 apresentou uma programação com
espetáculos de diversas regiões do Brasil e do mundo, além de oficinas,
colóquios, feiras, lançamentos de livros e exposições em vários espaços das
cidades, com atividades totalmente gratuitas para a comunidade.
O objetivo do evento foi promover a
troca de conhecimentos entre os mascaramentos do Cariri e os de outros estados
brasileiros – como Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco, Bahia e Santa
Catarina – e de países como Argentina, África e Portugal.
Entre 12 e 17 de novembro de 2024, o
Cariri cearense recebeu a quarta edição do Festival Internacional de Máscaras
do Cariri (FIMC), que teve como tema “Conexões Transmutáveis”. O
festival propôs uma imersão nas múltiplas formas e significados da máscara,
aproximando tradições ancestrais e criações contemporâneas em encontros entre
artistas, pesquisadores e o público.
A programação contou com seis
dias de apresentações, performances, cortejos, debates e vivências,
distribuídos pelo Centro Cultural do Cariri Sérvulo Esmeraldo, Casa FIMC,
Teatro Sesc Crato, ONG Beatos e diversos espaços urbanos da cidade. As
atividades convidaram o público a explorar diálogos culturais e a experimentar
o mascaramento como linguagem artística, simbólica e afetiva.
Reconhecido como o maior intercâmbio
sobre mascaramento do Brasil, o FIMC foi uma realização da ONG Beatos,
com apoio do Instituto Mirante e do Centro Cultural do Cariri. O evento
reafirmou o compromisso com o fortalecimento da cultura caririense e com o
desenvolvimento social por meio das artes, celebrando práticas que conectam
ancestralidade, criação e diversidade estética.
Reconhecido como o principal evento de
mascaramento do Brasil, o V Festival Internacional de Máscaras do Cariri (FIMC)
reúne artistas, mestres das culturas populares e grupos de várias
nacionalidades. Com o tema “Conexões Confluentes”, esta edição
propõe um encontro entre corpos, territórios e tempos, inspirado na filosofia
de Nêgo Bispo, celebrando a diversidade cultural como fonte de criação e
partilha.
Ao longo de seis dias, o
festival ocupa diferentes espaços do Crato, transformando a cidade em um
território de convivência artística. A programação inclui mais de 30
apresentações nacionais e internacionais, cortejo cultural, seminário,
oficinas, exposições e ações formativas. Entre os destaques estão o Encontro
da Menor Máscara do Mundo, a exposição “Máscaras Encantadas da Chapada”, do mestre Aécio de
Zaira, além da presença de grupos do Brasil, Portugal, Itália, México,
Argentina, Peru, Espanha e Cabo Verde.
Uma das novidades é o Giro
FIMC, que leva atividades para diferentes territórios da cidade,
fortalecendo o diálogo entre arte e comunidade. A edição também valoriza os
saberes de mestres e mestras da cultura popular, reafirmando o papel do
festival como espaço de memória, criação e confluência.
Realizado pela ONG Beatos, o V FIMC
conta com apoio do Governo do Ceará (Secult CE), do Governo Federal (Ministério da
Cultura/PNAB), e de parceiros como o Centro Cultural do Cariri, Centro de Artes
da Universidade Regional do Cariri (Urca), Geopark Araripe, Prefeitura do Crato, Sesc Ceará e diversos pontos de cultura da
região.